ampanha humanitária esta sendo realizada em mais de 22 países por Agentes da Paz voluntários da ONG Amisrael, que imbuídos pelo espírito humanitário se uniram em solidariedade ao jovem soldado israelense Gilad Shalit, seqüestrado em 2006 pela milícia palestina em uma emboscada próximo a um posto de fiscalização de korem shalom; Esta ação viola todas as leis internacionais sobre direitos humanos, já que o soldado foi capturado em tempos de paz ou seja, sem uma declaração formal de guerra. Os terroristas integrantes do grupo Hamas agora em poder de Gilad fazem exigências ao governo de Israel e querem a libertação de mil palestinos presos em Israel, entre eles dezenas de condenados pelos atentados mais sangrentos da Intifada de al-Aqsa, em troca de Shalit.
o soldado. Na região do
"Quando se trata de violação dos Direitos Humanos o problema deixa de ser individual e passa a ser de todos"afirma Rone Zumba, delegado Regional da ONG.
Em Jerusalém, a diretiva internacional realizou no dia 21 de outubro uma roda de imprensa onde reuniu o ministro israelense para a Diáspora, Iuli Edelstein, o Grande Rabino de Israel, Yona Metzger, e a Noam Shalit, pai do soldado israelense. Durante o ato público, o Dr. William Soto, presidente internacional da Amisrael, entregou ao pai do jovem israelense
500.000 assinaturas que foram recolhidas nas últimas semanas.
William Soto manifestou sua solidariedade ao pai de Gilad: “Viemos aqui mostrar à família Shalit que ela não está sozinha, e, que há milhares de corações que estão com eles no outro lado do mundo.”, expressou.
Já o Grande Rabino de Israel exortou os governos da América Latina a atuarem em prol de Shalit, e, especificamente, disse ao presidente brasileiro: “Sem questionar se são certas (as denúncias), o que digo é que, se pedem um trato humanitário para a população de Gaza, alimentos e outras coisas, que também peçam a eles (Hamás) por Gilad.”, insistiu Metzger.
A Amisrael também pediu ao presidente Lula que interceda pela liberdade de Gilad Shalit junto ao grupo fundamentalista islâmico Hamas que há mais de quatro anos mantem o soldado incomunicável .
Soto lembrou aos palestinos, e em particular ao Hamas, que se querem um Estado independente "o primeiro passo é demonstrar que respeitam os direitos humanos e a justiça".
Edição: Agentes da Paz - Oeste Paulista
Fonte: http://www.amisrael.com.br/



















